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sábado, 26 de maio de 2012

Agora é oficial – PSB tem o apoio do PT em Duque de Caxias - Política

Resolução da Comissão Executiva Nacional do PT – Duque de Caxias.


Leia a íntegra do documento aprovado pelos membros da CEN nesta quinta-feira (24)
A Comissão Executiva Nacional, reunida em São Paulo no dia 24 de maio de 2012, decide:
1) Propor o apoio do PT à candidatura do PSB na cidade de Duque de Caxias/RJ;
2) Apresentar um(a) candidato(a) a vice-prefeito(a) para compor a chapa majoritária;
3) Propor a composição com o PSB na chapa de vereadores(as);
4) Abrir o debate sobre a definição do programa de governo, da coordenação e linha de campanha e da futura composição da administração municipal;
5) Abrir o debate com a direção do PSB no Rio de Janeiro para compor chapas encabeçadas pelo PT em outras cidades do Estado.
São Paulo, 24 de maio de 2012.
Comissão Executiva Nacional do PT

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Maior arrecadador de ICMS tem o menor IDH - Duque de Caxias

Há algo de errado na gestão pública de Duque de Caxias.

O município ocupa a 15ª posição nacional em arrecadação de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias (ICMS), mas no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) _ que mede a qualidade de vida da população através de itens como educação, longevidade, renda da população _ patina no 52º lugar entre os 92 municípios do estado. O contraste aparece claramente quando esses dados são confrontados: o IDH médio é 0,753 (bem abaixo dos 0,886 de Niterói, o primeiro colocado), enquanto a arrecadação, em 2007, alcançou R$ 335 milhões, uma montanha de dinheiro que, num ranking nacional, coloca Duque de Caxias à frente de Curitiba e Salvador.
Esses dados são oficiais e estão reproduzidos no livro Retratos da Baixa Fluminense, de autoria do deputado Alexandre Cardoso, lançado há pouco mais de um mês em Duque de Caxias. Resultado de dois anos de levantamento, os indicadores apresentados no livro revelam um paulatino empobrecimento da Baixada Fluminense e, especialmente, de Duque de Caxias. O município vem sendo sacrificado nos setores mais importantes para a população, como educação, saúde e segurança.
Os dados divulgados pelo Ministério da Educação sobre o Índice de Educação Básica (IDEB) revelam um verdadeiro caos nas escolas municipais. E não é de agora. Em 2005, por exemplo, entre 88 municípios do estado avaliados, a nota dos anos iniciais da educação (até 4ª série) colocou o município em 76º lugar. Em 2007, o município ficou na 73ª posição entre os 91 avaliados. O fosso se ampliou em 2009: Duque de Caxias ocupou o último lugar no IDEB.
Nos anos finais da educação básica (até 8ª série), a tragédia se repete. Duque de Caxias ficou em 72º lugar entre os 73 municípios avaliados em 2005, 80° lugar entre os 83 avaliados em 2007 e em último lugar no IDEB de 2009.
Igualmente preocupante é a gestão da saúde pública de Duque de Caxias. O indicador mais dramático está na forte queda do número de leitos do municípios, esvaziamento que se verifica desde 1981, quando o governo federal transferiu para os municípios a atribuição de gerir esse setor. O livro Retratos da Baixada Fluminense mostra, segundo dados do DATA-SUS, que nesse período o número de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) despencou de 1902 para 979 em 2008, enquanto a população aumentou, de 575.814 mil habitantes em 1980 para 842.687 em 2007.
“Os problemas vêm se agravando desde 2005. Os administradores municipais assistem o empobrecimento, mas não buscam, efetivamente, uma articulação com os governos estadual e federal para enfrentar os problemas. A população cresceu na mesma medida em que a gestão pública na educação, saúde e segurança pública foi se apequenando. O que se verifica é que as ações públicas para reverter o quadro são pífias e não surtem resultado”, diz o deputado Alexandre Cardoso.
Segundo os dados publicados no livro, os números sobre segurança também são alarmantes: de 2008 a 2009, houve um aumento de 60,9% na apreensão de drogas, o que revela uma explosão no consumo, especialmente do crack, que se transformou num flagelo para Duque de Caxias em decorrência do alto envolvimento de jovens que abandonaram a família e a escola e passaram a ocupar espaços públicos para se drogar.
No mesmo período cresceram também outras modalidades de crime. Os latrocínios (roubo seguido de morte) aumentaram 9,1%; os assaltos a pedestres, 14,8%; os estupros, 50%; os roubos de carro 4,2%; e, os homicídios, 2,3%.
“Duque de Caxias precisa passar por um choque de gestão”, afirma o deputado Alexandre Cardoso.

Fonte: http://www.caxiasdigital.com.br

terça-feira, 22 de maio de 2012

PSB ouve a cultura em Duque de Caxias - Cultura

Depois de ouvir as reivindicações dos moradores dos diversos bairros de Duque de Caxias, o diretório municipal de Duque de Caxias do Partido Socialista Brasileiro (PSB), promove uma edição especial do projeto ‘PSB Quer Ouvir Você’.
O encontro temático reuniu pessoas ligadas a cultura do município para debaterem sobre as expectativas e o que deve mudar na cidade nesta área. As ações nos distritos não estão encerradas, em breve novos encontros serão realizados, dando a oportunidade à população de expor suas ideias e sugestões.
O encontro teve a participação do presidente estadual do PSB, deputado federal Alexandre Cardoso que classificou como fundamental para o município por oferecer aos representantes do setor, a chance de discutir como a cultura deve chegar ao morador da cidade. “Este modelo de fazer uma parceria com os segmentos foi posto em prática em Curitiba, Belo Horizonte e em Pernambuco, cidades e estado administrado pelo PSB. Não podemos imaginar que o artista viva esperando o dinheiro cair do céu. As prefeituras precisam ter um modelo que associe atividades culturais e ao lazer. A cidade poderia ter, por exemplo, um espaço que abrigasse desde uma quadra poliesportiva , restaurantes, área para exposições e shows. Considero fundamental que a população tenha a cultura no seu cotidiano”, afirmou o presidente estadual do PSB.
O historiador Alexandre Marques explicou que a Secretaria Municipal de Cultura tem um orçamento para o setor na faixa de R$ 2 milhões. “ Atualmente são investidos 0,18% do orçamento nesta área, o ideal seria aumentar este percentual para 1%, como determina a legislação federal “, disse.
A dificuldade de acesso a verba pública, falta de política de apoio ao artista independente, a pouca operacionalidade do Conselho Municipal de Cultura foram algumas das criticas feitas pelos participantes do encontro.
Na avaliação de PH, representante dos grupos de Hip Hop, é importante que o poder público leve a cultura às comunidades carentes. “ Acho muito bom que a cidade tenha vários museu, mas defendo a ideia da Secretaria de Cultura de Caxias criar projetos que atendam as comunidades carentes que não têm acesso a teatros, museus e shows”, propôs.
Entre as propostas que poderiam mudar o quadro da Cultura no município,está a descentralização e democratização das atividades culturais, implantar um programa de incentivo a leitura, implantar a lei de municipal de incentivo à cultura, incentivar as Parcerias Público- Privada (PPP).

Fonte: PSB Caxias